quarta-feira, 21 de novembro de 2012

CRISE MORAL, ESTADO EM COMA

Nosso querido Brasil, como uma bela fraude que é (pois toda verdadeira História é encoberta, toda falcatrua é meticulosamente planejada com muita antecedência, toda sujeira é sistematicamente varrida para debaixo do tapete e, por fim, mas não por último, toda realidade é dolosamente distorcida), está em estado de coma induzido, vítima das chamadas "doenças silenciosas" que afetam todo organismo vivo, como a hipertensão e o diabetes. Em outros países, em que nas veias do povo corre sangue e não água, as irresignações contra os planos revolucionários são visíveis e imediatas. Nem sempre com sucesso, mas existem. Já aqui, no Pindorama, a letargia (induzida) tomou conta. O relativismo dominante elimina toda e qualquer reação. O senso crítico, o espírito combativo, reacionário, no bom sentido, para não falar do legado católico que deveria imperar sobre esta pobre Nação, são tidos como uma "agressão ao bem estar social". Se isso não pode ser chamado de "crise espiritual", ou "crise moral", não sei que nome dar a essa nossa situação.  

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

CIRCO SUPREMO

Na condição de advogado tenho presenciado, com profundo pesar, o lamentável espetáculo proporcionado pelos nobre ministros do supremo ao julgar (?) a famigerada "Ação Penal 470", vulgo processo do mensalão.

Primeiro, pelo estrelismo e bela batalha entre egos promovida entre eles: seus gestos e palavreado expressam o que os franceses chamam de "nonchalance"... tudo soa como um deboche, uma retórica circense;

segundo, pela ausência do principal réu no processo, o excelentíssimo "doutor honoris causa" sr. Lula da Silva;

terceiro, pela presença de dois "advogados" dos réus travestidos de ministros julgadores, situação por todos engolida a goles de cinismo, consistindo em um verdadeiro "laisser faire, laisser passer";

quarto, pelo mais descarado abandono dos rigores jurídicos-legais que juízes deveriam adotar ao proferir seus juízos de valor: um deles chega a ressaltar em seu voto que "José Dirceu teve um papel de destaque, "a meu ver", neste processo".... e outro usa expressão "eu acho que..."

um juiz não "acha" nem tem "a seu ver" mas, sim, deve expressar seu julgamento baseado "nas provas carreadas aos Autos", isto é, no que constar - ou deixar de constar - como prova nos autos em seguida à instrução.

É lamentável a perda de tempo a que os brasileiros estão sendo submetidos, forçados a assistir esse espetáculo de circo mambembe.

Tanto o tempo, quanto os milhões desaparecidos, subtraídos violentamente ao povo, única vítima de toda essa falcatrua, deveriam ser devolvidos ao legítimo dono - e vítima - conforme determina o Código Penal, quando tipifica a obrigação de confiscar produtos de crime ou os meios empregados para sua consecução.

Deprimente.




EU TAMBÉM QUERO IR PRESO

Direitos iguais para todos: eu também quero ir preso. Mas, primeiro, estou precisando de mais ou menos uns cento e trinta e cinco milhões de reais, porque preciso compartilhar minha fortuna com alguns amigos especiais que eu possuo. Vou me divertir muito antes, durante e depois. Prometo.

domingo, 27 de maio de 2012

FICOU PERFEITAMENTE CLARO

Que os governantes têm a mais absoluta certeza de que estão lidando com idiotas.

Veja só o significado de IDIOTA, segundo a "bíblia da etimologia", o Dicionário Etimológico da Língua Portuguesa, de Antenor Nascentes:

IDIOTA: do grego idiótes: simples cidadão, homem do povo, homem de espírito curto, ignorante, parvo (pelo latim idiota).
"Idiota, entre os gregos idiótes, diz João Ribeiro, Curiosidades Verbais, 23, era chamado o homem particular por oposição ao que tinha ofício ou encargo.
Mais tarde, por igual razão, eram chamados assim os que formavam a maioria do povo.
Nesse sentido encontramos nos nossos clássicos o termo por vezes ligado a outro - "o povo idiota", para designar os leigos e toda gente não letrada e alheia à República ou ao governo.
Fixou-se então o sentido de que idiota era o não letrado, o que não sabia ler nem escrever.
Havia nas aldeias portuguesas juízes idiotas, simples juízes de paz e de quem não se exigia mais que os bons costumes, a experiência, a probidade.
Eram naturalmente idiotas os leguleios e lhagalés(*) (da soletração l-h-e).
"São aqueles gregos muy rusticos, idiotas, ignorantes sem letras", dizia Pantaleão de Aveiro, no Itinerário, X.
"No falar, não se deve seguir o uso do povo idiota, inimigo declarado das línguas mais cultas..." (Francisco José Freire, apud Leite deVasconcelos, Opúsculos, IV, 939).

Notas minhas:
(e, no entanto, os idiotas que nos (des)governam vêm nos impondo o jeito de falar do povo idiota...)
(*) leguleios e lhagalés: advogados rábulas, chicaneiros, os que se apegam à estrita letra da lei...

quarta-feira, 9 de maio de 2012

BRASIL, AVANÇANDO NO SUBDESENVOLVIMENTO

O brasileiro é, primordialmente, um subdesenvolvido. Pouca diferença com a África. A fisionomia do brasileiro, aquele que a gente vê andando pelas calçadas, é a de alguém que abandonou toda esperança quando aqui entrou. É um povo com pouca ou nenhuma perspectiva de futuro. Um país em que uma mãe vende o filho por uma pedra de crack, por uma máquina fotográfica, em que se mata para ver o corpo cair, em que se vota em gente que aí está, comendo a nação pelo calcanhar, e que aceita bovinamente toda essa subverção da ordem, não merece o menor respeito.

terça-feira, 10 de abril de 2012

O MASSACRE DOS INOCENTES REVISITADO



Estamos vivendo sob o jugo de um governo muito mais que liberal e muito mais que supostamente democrático: é libertário, libertino e ditatorial, quando não tirânico. Sobretudo hipócrita porque, ao mesmo tempo em que alguns setores indesejáveis desta nossa sociedade aparentemente se mostrem indignados com a decisão do STJ em absolver o acusado de estupro em meninas menores, não faz nada para dar às crianças e aos jovens deste país uma perspectiva de vida que não seja a de se prostituir, se drogar e se perder, além do trabalho escravo infantil, entre outras práticas criminosas. A essência da tese em defesa do acusado seria: como é que alguém pode por a perder aquilo que já está perdido?E agora, mais uma vez, vem o STF, a outra instância do judiciário gerada no ventre putrefato do PT, impor à sociedade, como uma machadada na cabeça, o infanticídio suavizado, minizado pela prestidigidatora retórica desses anarquistas pomposos que nos desgovernam. Nada mais eficaz para cobrir a irresponsabilidade com o futuro de uma nação, com a formação de nossas crianças, para evitar que a família forme seus filhos, que a sociedade e as escolas eduquem as crianças, que as crianças, ao crescer, tenham médicos, hospitais, lazer, depois um emprego, um futuro e, principalmente, aprendam a se rebelar contra essa hipocrisia instituída. Portanto, nada mais eficaz e fácil, mesmo porque não haverá memória a ser recolhida no futuro, do que matar quem ainda não nasceu. Simples como esmagar os ovinhos no ninho de um beija-flor.




É importante ficar consignado que o nosso tristemente famoso poder judiciário se tornou, de umas duas décadas para cá, o testa-de-ferro, o laranja, o instrumento favorito do ovo de serpente que é a nossa esquerda, por onde se pode vislumbrar a anarquia e o caos. Nessa serpente ninguém se lembra de praticar o aborto. Mas "ai daqueles de quem advém o escândalo"... melhor seria que lhes atassem uma pedra de moinho ao pescoço...

BRASIL, O MACRO EDIFÍCIO LIBERDADE



O Brasil é a versão macro do Edifício Liberdade, lá do Rio de Janeiro. Vai ruir por absoluta falta de manutenção. E vai levar outros com ele, assim que cair.